Dicas, Gadgets

Como configurar o iPhone na Claro (Tethering + VVM + MMS) [UPDATE]

Atenção, não me responsabilizo por problemas no seu iPhone. Apenas quis compartilhar uma solução via browser que funcionou no meu aparelho. Agora tenho Tethering + Visual Voicemail (secretária visual) + MMS no meu iPhone 3G 3.0 na Claro.

Seguem os passos:

1) Abra o Safari no iPhone

2) Entre na URL http://help.benm.at/help.php

3) Escolha a Opção Mobileconfigs create

4) Digite:

Mobile Internet

  • APN: claro.com.br
  • Username: claro
  • Password: claro

Visual Voicemail

  • APN: vvm.claro.com.br
  • Username: claro
  • Password: claro

5) Clique em GENERATE!

6) Seu iPhone vai solicitar a instalação de um Profile (Perfil). Aceite e instale.

7) Voilá. Vc terá os três serviços funcionando, sem precisar editar ipcc nem possuir um Mac!

Créditos:

Para escrever esse tutorial combinei duas formas explicadas em duas fontes distintas, o Update or Die e o iClarified.

 

[UPDATE]

A Claroa é a única operadora que dá suporte a tethering, MMS e visual voicemail. Basta ligar para a operadora e solicitar a Secretária Visual. Se a operadora não souber do que se trata, peça para falar com especialistas em iPhone. Em no máximo 48 horas a VVM estará habilitada.

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TV tela plana: Cálculo da distância ideal

Abaixo uma tabela que encontrei sobre a distância ideal para TV de acordo com a resolução. Atentem para o que assistem com mais frequência. Se for TV a cabo, normalmente a resolução é tosca, pior que 720. Nesse caso, se estiverem muito perto, poderão observar os defeitos da imagem.

Distância ideal entre sua TV e sua cabeça (em metros)

Fonte: HD Guru (adaptado e convertido por Gustavo Guida Reis)
Fonte: HD Guru (adaptado e convertido por Gustavo Guida Reis)

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Política Economica Brasileira

Vou mudar um pouco o rumo da prosa. Aqui trato normalmente de assuntos relacionados à internet, gadgets e afins, mas hoje vou resgatar um pouco do meu conhecimento adquirido na faculdade. Busco nesse artigo, retratar minha visão da política econômica atual de uma maneira inteligível para não economistas.

Vou tratar especificamente da questão dos juros básicos (SELIC). Na última reunião do COPOM, o governo decidiu pela manutenção da SELIC em 13,75% ao ano. Hoje, divulgou a ata da reunião, dando a entender que na próxima deliberação irá baixar os juros, pois a demanda está arrefecendo e a pressão inflacionária não é tão ameaçadora.

O Brasil tem a maior taxa de juros reais (descontada a inflação). A principal razão para isso é que o governo, gastando muito mais que arrecada, deixa todo o trabalho de manter a inflação sob controle para o Banco Central. Como a única arma do BACEN é a política monetária, normalmente são os juros que são alterados com o objetivo de incentivo a economia (redução da taxa) ou retração econômica (aumento da taxa).

Vivemos num ambiente curioso, onde o governo pratica ações heterodoxas, leia-se incentivo discricionário a determinados setores (ex: redução de IPI de veículos) e por outro lado, perde graus de liberdade de tomar decisões que impactariam a economia toda, sem distinção. É a velha história dos guichês… O governo se submete a lobbies e grupos de pressão na medida em que age de forma pontual.

Com efeito, perdemos a chance de baixar as taxas de juros num momento em que o mundo inteiro as baixa. A leitura da economia destes países é que a inflação pode até permanecer elevada num curto prazo, mas que cairá com a crise (que se não chegou, virá em breve). Logo, a redução dos juros terá um impacto positivo no crescimento econômico, o que abreviará a própria crise.

Em vez de aproveitar a oportunidade conjuntural, o governo manteve a visão tacanha (pelo menos foi coerente com o pensamento do PT) em praticar incentivos pontuais a segmentos, que ganham às custas da população que financia direta e indiretamente seus benefícios. Lamentável.

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O Primeiro Android do Google

A briga vai esquentar! A Apple não vai ficar sozinha com seu marketplace de música e aplicativos. A HTC lança em outubro o G1, primeiro celular com o sistema operacional Android, do Google, que contará com um estupendo mercado para se baixar/ comprar mp3 e software.

A grande sacada do Google foi perceber que os consumidores querem facilidade para instalar seus aplicativos, coisa que têm há décadas no PC. Foi algo que turbinou o iPod e o iPhone, algo que a Apple já pescou faz tempo mas que a Nokia teima em não implementar. O marketplace para o Android se chamará Android Market e terá uma grande vantagem em relação ao iTunes da Apple: seguirá o conceito de web 2.0. Em vez de aprovar cada aplicativo desenvolvido, o Google deixará que os consumidores dêem notas e tags para tudo. Bem diferente da ditadura da Apple, que volta e meia bane aplicativos do iTunes, o Google lavará as mãos e colocará o poder com os usuários. Em relação às músicas, a Amazon será parceira, colocando seu sistema de download de mp3 (sem DRM) pré-instalado nos celulares com Android.

A linha da Apple é baseada no controle ferrenho sobre seu eco-sistema. O Mac e o iPhone são produzidos somente por ela. Para se desenvolver aplicativos para o iPhone é preciso seguir um código de conduta bastante restrito: não pode haver nenhum aplicativo que compita com o iTunes (para se comprar/ baixar músicas, vídeos e aplicativos); nenhum sofware pode rodar em background; não se pode usar o GPS para navegação em tempo real. Enquanto a primeira restrição é claramente de ordem econômica, para proteger o mercado da Apple, a segunda tem a uma explicação mais interessante: deixar o sistema operacional com memória livre suficiente para rodar os aplicativos bem – algo que notoriamente a Microsoft ignorou no seu Windows Mobile e que é queixa constante de seus usuários. A razão para o GPS nao poder ser usado em todo seu potencial ainda é um mistério, sobretudo agora que o novo Google Maps já o faz.

O controle da Apple se insere num contexto maior de evangilização da marca. Fazem décadas que a marca é associada a algo cool. Recentemente com o iPod, essa onda veio com força total e como resultado, mais e mais pessoas aderem ao Apple (basta olhar ao redor e ver a quantidade de conhecidos que adquiriram um Mac nos últimos tempos). Cada consumidor Apple (uns mais e outros menos) acaba se tornando um fã da marca. Não sei porque, mas todos tentam convercer os demais que o Mac é ótimo, muito melhor que o PC, etc. Como bem definiu o Blog de Guerrilha, cada vez que os Fanboys da Apple se auto-intitulam cools, mais eles ficam antipáticos para a grande maioria. Por isso o mote da campanha da Microsoft: I’m a PC. É para mostrar que o PC é para gente normal e o Mac para gente esnobe.

O Google não quer controlar nada, quer ganhar na massa. Quer usar a massa a seu favor e criar uma base de usuários que consome produtos Google por necessidade e não por fanatismo ou ideologia. O Android será mais uma frente da batalha, na qual o Google tende a mexer num mercado que acabou de ser sacudido pela Apple. Com milhares de aplicativos a serem desenvolvidos, sem censura alguma, e instaláveis com facilidade, o Google aposta que tomará mercado dos concorrentes.

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iPhone 3G no Brasil

Image representing iPhone 3G as depicted in CrunchBase

Image via CrunchBase

Enquanto observamos a Apple vendendo iPhone que nem pão quente nos EUA, aguardamos ansiosamente pela sua chegada oficial aqui no Brasil. Tudo bem que, como eu, várias pessoas já compraram seu 2G faz tempo. Alguns compraram o 3G e estão esperando o unlock via software.

Qual a razão para o sucesso do iPhone 3G? Bom, primeiro é importante definir outra vez o que é o iPhone: um Mac de bolso que além de tudo faz ligações, tem GPS e tira fotos (isso não muito bem, diga-se de passagem). Sendo um computador de bolso, tem a vantagem da liberdade de se instalar programas para as mais diversas funções. Então, o iPhone vende muito porque é um bom aparelho? Só por isso? Não! Ele vende muito porque é isso tudo e porque é barato! Não podemos desprezar a oferta e demanda (sim, sou economista). De nada adiantaria ser bom se fosse caro. Essa conclusão a Apple também chegou, já que baixou para míseros 199 dólares a versão de 8Gb.

Aqui no Brasil, país pobre, terceiro mundo, subdesenvolvido, em desenvolvimento, os gênios da Claro, Vivo e companhia vão colocar o aparelho no mercado por R$1.500! Deve ter algum Nobel de economia assessorando eles. Não é possível que esse preço astronômico maximize o lucro das operadoras e da Apple.

Parece que não há competição de fato entre as operadoras de celular aqui no Brasil. Talvez precisemos esperar a portabilidade dos números entrar de fato no mercado para começar um rouba-rouba de clientes. Aí sim teríamos promoções e subsídios agressivos.

Nos EUA e na Alemanha, só para citar dois exemplos, as operadoras subsidiam os aparelhos, amarrando os clientes em contratos de dois anos. Durante esses dois elas recuperam o subsídio e lucram. É bom para o cliente que adquire um iPhone barato e é bom para a operadora que prende um cliente e lucra com isso nas tarfifas mensais. Na Alemanha tem iPhone por 1 euro!

Se o aparelho a ser vendido aqui for desbloqueado “de fábrica”, isto é, possa ser usado em qualquer operadora, significaria que as operadoras estariam fazendo a maior burrice de não prender os usuários com um belo subsídio. A menos que esse preço de R$1500 já seja subsidiado… Aí é muita ganâcia mesmo porque muita gente vai continuar comprando o aparelho dos EUA, já livre do subsídio, pelo mesmo preço, sem ter que ficar preso a nenhuma operadora.

Vamos aguardar para saber qual será o preço final. Espero que as operadoras e que a Apple não desperdice a oportunidade de lucrar milhões.

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A guerra dos Smartphones

Escrevi outro artigo falando das minhas previsões sobre o mercado de celulares. O artigo foi escrito em 26/06/2008 e de lá para cá, algumas coisas mudaram, segundo relatório do Gartner Group de 8/9 (abaixo uma tabela resumo).

Company

2Q08

Sales

2Q08 Market Share (%)

2Q07

Sales

2Q07 Market Share (%)

2Q08- 2Q07 Growth (%)

Symbian

18,405,057

57.1

18,273,255

65.6

0.7

Research In Motion

5,594,159

17.4

2,471,200

8.9

126.4

Microsoft Windows Mobile

3,873,622

12.0

3,212,222

11.5

20.6

Linux

2,359,245

7.3

2,816,490

10.1

-16.2

Mac OS X

892,503

2.8

270,000

1.0

230.6

Palm OS

743,910

2.3

461,918

1.7

61.0

Others

352,679

1.1

349,501

1.3

0.9

Total

32,221,175

100.0

27,854,586

100.0

15.7

O que podemos observar:

  • O mercado de Smartphones (SP) cresceu mais de 16% esse ano.
  • Os SP com Symbian ainda dominam o mercado, mas praticamente não cresceu esse ano.
  • Enorme ascenção da RIM, com seu Blackberry.
  • Microsoft passou para terceiro lugar, atrásda RIM
  • Apple cresceu 230% se comparado com o mesmo período do ano passado.

O que podemos concluir disso tudo:

  • A Nokia tem que se mexer, pois se permanecer estagnada, pode perder sua hegemonia.
  • A RIM foi inteligente e percebeu que é preciso colocar “firulas” em seus aparelhos, a fim de ganhar mercado da Nokia e segurar a Apple. Só com aplicativos e funcionalidades para o lazer é que ela pode fazer isso.
  • A MS está demorando para lançar o Windows Mobile 7 (essa conclusão foi feita pelo pessoal da Engadget). Sem upgrades vai perder mais mercado ainda.
  • Apple cresce bastante mas ainda é insignificante no mercado. Com a cotabilização das vendas do iPhone 3G vai ganhar bastante mercado, mas ainda demorará para figurar entre os líderes de fato.
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Leitores Digitais (e-Readers)

Há no mercado dois principais leitores digitais (e-Reader). O Kindle da Amazon e o Reader Digital Book da Sony. A partir de 2009, chegará um concorrente de peso (pouco peso, na verdade, gramas apenas). Trata-se do leitor da Plastic Logic (ainda sem nome comercial). Vou comparar os três aparelhos e depois, como de hábito, fazer mais uma previsão de qual deles tem mais chances de sucesso comercial.

Antes, só uma observação importante: os três usam uma tecnologia chamada de e-Ink, na qual cada página vista é “impressa” na tela, ou seja, se a bateria acaba, o conteúdo permanece visível. Só há consumo de energia quando se troca de página. Saiba mais sobre e-ink aqui (Wikipedia e no site do dono da tecnologia).

Agora vamos à comparação.

Kindle:
Prós:

  • Marketplace: mais de 170 mil títulos. Sistema de compras fácil (aqui do Brasil ainda não dá!).
  • Conexão wireless 3G: É possível comprar (e baixar) livros sem usar o computador (só nos EUA).

Contras:

  • Layout do tempo das cavernas.
  • Tela pequena.
  • Preço (360 dólares nos EUA).
  • Sem wi-fi nem Bluetooth.
  • Não lê outros tipos de arquivos, só livros.
  • Teclado em vez de touchscreen.

Reader Digital Book:
Prós:

  • Preço: 300 dólares com 100 downloads de títulos de graça (que diz a Sony valerem 199 dólares).
  • Suporta diversos tipos de arquivos além de e-Books. Texto (PDF, RTF e TXT); imagem (JPG, GIF, BMP e PNG); som (MP3 e AAC).
  • Aceita cartões de memória (Memory Stick e SD).

Contras:

  • Somente 20 mil títulos.
  • Sem conexão sem fio. Nada de wi-fi nem 3G. Para transferir os arquivos é preciso usar um cartão de memória ou o cabo USB.
  • Sem teclado nem tela touchscreen.

Plastic Logic:
Prós:

  • Dimensões: muito fino e leve, só 7mm de espessura.
  • Tela touchscreen: é possível anotar em cima do texto lido.
  • Conexões sem fio: wi-fi e bluetooth. Pode se conectar inclusive com outro Plastic Logic para trocar informações.
  • Lê vários tipos de arquivos além de e-Books: DOC, XLS, PPT, TXT,PDF

Contras:

  • Vem de uma empresa sem histórico de produtos de consumo.
  • Não apresentou nenhum marketplace para se comprar livros.
  • Ainda não está no mercado, logo, ainda é uma promessa.

O futuro dos e-Readers é mais do que quem tem o melhor hardware. Quando se analisa esse mercado, o racional passa pelo ecosistema todo. Não adianta ter um super hardware se não há distribuição de conteúdo. O sucesso da Apple atual não vem do iPod e sim do iTunes. É o marketplace de música que deu a tração aos players. A Apple ganha dinheiro mesmo vendendo o conteúdo e não com o iPod. Já espetou mais tipos de arquivos no iTunes com sucesso (venda e aluguel de vídeos, aplicativos).

A Amazon, portanto, tem uma vantagem enorme em já possuir os contratos com as editoras e apenas portar seus livros para o Kindle. A Sony está correndo atrás, mas jamais terá a força da Amazon junto ao mercado editorial. E o Plastic Logic? Será comprado por algum player que usará seu hardware para distribuir conteúdo de seu marketplace. Os candidatos à compradores: a própria Amazon que poderia abandonar o feioso Kindle; a Apple que poderia entrar no e-Book com um aparelho bacana; o Google, para ter um hardware de ponta, para distribuir o conteúdo do Google Books; ou algum fabricante de peso (i.e. Philips) apenas para cortar custo de P&D.

Leia as repercussões sobre o Plastic Logic: Meio Bit; Engadget (com video da Demo do produto); TG Daily (com video exclusivo).

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